Category: Intervenções


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Muiiiito bom, mais uma indicação de Fábio Nader (sócio é pra essas coisas):

Uma grande TV foi montada em uma parada de ônibus, e o Photoshop Artist Erik Johansson ficou dentro de uma van com todo o equipamento necessário para retocar e modificar as fotos de quem estivesse esperando o ônibus. Veja o vídeo:

Veja:

Fonte:http://comunicadores.info/2013/06/10/pessoas-sao-photoshopadas-ao-vivo-em-parada-de-onibus/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+comunicadores+%28Comunicadores%29&utm_content=FaceBook

Tivemos a oportunidade de participar de uma excelente oficina de grafite coordenada pelo artista Thiago Vaz. Thiago realiza grafites e intervenções artísticas há muuuuuito tempo. Ele disponibiliza na página pessoal do Flickr um portfólio de seus trabalhos, imperdível, clique AGORA em: http://www.flickr.com/photos/thiagovazart/ e depois volte para esse post!!!!!

Agora que vc voltou, ressalto que o oficineiro é uma pessoa super bacana, paciente e colaborativo. Atendeu desde crianças até uma senhora da melhor idade. RECOMENDO!!!!!! Oficina super light tranquilíssima e acrescentou muito a todos participantes, Muito legal mesmo. Parabéns Thiago! Parabéns SESC-SCS! Obrigado a todos.

Álbum de fotos dos trabalhos aqui: http://www.flickr.com/photos/sergiorizo/sets/72157633067315431/

Fiquem à vontade para comentar esse post e as fotos do FLICKR. A propósito não gravei o nome de ninguém!!!!!

Me achem no face: sergio rizo

 

Thiago Vaz ensinando a técnica

Thiago Vaz ensinando a técnica

Abração

Interessante intervenção urbana na UFRN

Fonte: Próprio link do Youtube (Felpdragon)

Execução do trabalho de intervenção urbana realizada no dia 02/09/2011 como atividade avaliativa da disciplina de Fundamentos da Linguagem Visual. Baseados no apólogo de Machado de Assis “A linha e a agulha” os alunos propuseram que as pessoas se manifestem em relação ao meio em que se inserem.
Discentes do Curso de Design: Felipe Augusto, Larissa Trindade, Renata Lima, Rita Amorim e Tiago de Sousa.

Um Apólogo

Machado de Assis


Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

— Mas você é orgulhosa.

— Decerto que sou.

— Mas por quê?

— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?

— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...

— Também os batedores vão adiante do imperador.

— Você é imperador?

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.

Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 

— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 

Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Invasão das intervenções de azulejo "Space Invaders"

Extraído da Folha de São Paulo (Fernanda Mena):
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/954423-e-a-minha-missao-poetica-diz-invader-sobre-intervencoes-em-sp.shtml (a propósito essa página tem uma ótima entrevista…)

Trecho: “O processo é sempre o mesmo. Sob o codinome Invader e com uma coleção de azulejos na mala, ele estuda o mapa da cidade, compra cimento na loja de construção mais próxima e espera a noite chegar para cobrir muros e viadutos com mosaicos em forma de “space invaders”, personagens do videogame homônimo do final dos anos 70.

“É a minha missão poética”, disse à Folha o artista, que não revela o nome real.”

Galeria de fotos da Folha: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/3983-invader

Ótima intervenção.

Com colaboração e foto de Karina Trevizan/AE
Fonte: Estadão – http://blogs.estadao.com.br/curiocidade/para-continuar-vivendo-nao-siga-em-frente/
By Mauro Rizo: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000836559737

Uma das intervenções em abrigo de ônibus

Um Post de antes de ontem tratou dessa brilhante intervenção: http://migre.me/5nv8Q

Hoje a Mariana agraciou esse humilde blog com uma matéria completíssima sobre o tema: OBRIGADO
Vide:  http://veredaestreita.org/2011/07/29/os-cartazes-mais-bonitos-da-cidade/

A propósito aqui um link p/ pdf extraído da matéria com as intervenções

Um salve para o idealizador citado na matéria: Alexandre Oyamada(aleoyamada@gmail.com)

 

 

Bom, peguei essa notícia agora a pouco no site do JT, infelizmente a matéria não tem fotos. Aceitamos doações!!! Publicamos com os devidos créditos!!! Qualquer coisa eu dou um pulo lá nesse ponto e fotografo…rsrsrs

Gostaria de chamar a atenção para a questão da percepção, que é pessoal! Percebe-se claramente o quanto a questão cultural pega forte na nossa terra, ao mesmo tempo que gosto não se discute.

Texto:  GIO MENDES, 26/07/2011.

Enquanto o ônibus não chega ao ponto, passageiros leem poesias para passar o tempo. Mas eles não carregam livros nas mãos. Os textos estão disponíveis em cartazes colados no painel onde fica a relação das linhas de ônibus, no teto do ponto, em uma lixeira e num dos postes de iluminação pública. A intervenção artística pode ser vista em dois pontos de ônibus da Avenida Doutor Arnaldo, na região da Consolação, no centro da capital.

Ninguém sabe exatamente quando os cartazes foram afixados, nem quem são os autores da colagem. Os passageiros que costumam pegar ônibus na região viram as poesias no local pela primeira vez na segunda-feira passada. São oito cartazes que trazem apenas as obras dos poetas Mário Quintana (1906/1994), Paulo Leminski (1944/1989), Manoel de Barros (1916) e Alice Ruiz (1946).

A maioria dos passageiros aprovou a ideia. “Acho interessante porque divulga a cultura para muitas pessoas. E também ajuda a descontrair um pouco, se o dia estiver estressante ou se o ponto de ônibus estiver muito cheio”, afirmou o técnico de laboratório Luís Augusto Leite Mendes, de 33 anos.

O cirurgião dentista Susumu Tabuse, de 63 anos, viu uma das poesias porque parou no ponto para verificar se o coletivo que precisava pegar parava ali. Ele estava no ponto errado, mas gastou alguns minutos para ler uma poesia de Alice Ruiz. “A proposta é boa, pois faz o pessoal ler mais poesia, nem que seja na rua”, disse Tabuse.

O estudante Maurício Nascimento da Silva, de 16 anos, admitiu que teve acesso ao trabalho dos poetas ao conferir os cartazes no ponto de ônibus. “É uma oportunidade para conhecer a obra desses escritores. Quem sabe as pessoas possam ler mais depois (desse tipo de contato)?”, questionou o adolescente.

A ajudante-geral Marta Martins, de 26 anos, faz parte da minoria de pessoas que criticaram os cartazes colados nos pontos. “Isso é uma poluição visual, que não contribui em nada para as pessoas. Olha só que bobagem, nunca ouvi falar dele”, disse Marta, referindo-se a Mário Quintana.

Procurada ontem pela reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que os cartazes com as poesias não ferem a Lei Cidade Limpa porque não são peças publicitárias.

Fonte Primária: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/poesias-em-pontos-de-onibus-da-dr-arnaldo/

 

Membro da família que governa os Emirados Árabes Unidos manda escrever o nome com letras de até 1 km

Narcisismo pouco é bobagem!

Ver no Maps:

http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=ILHA+FUTAISI,+EMIRADOS+%C3%81RABES+UNIDOS&aq=&sll=37.0625,-95.677068&sspn=40.460237,79.013672&ie=UTF8&hq=&hnear=Al+Fu%C5%A3ays%C4%AB&ll=24.366667,54.316667&spn=0.011398,0.01929&t=h&z=14&output=embed
Exibir mapa ampliado

Fonte: http://eee.d24am.com Íntegra: http://migre.me/5kj6a

Fonte gringa: http://migre.me/5knw7

Paredes com fotos e pinturas além de performance

Fonte: Vermelho.org.br

Interessante intervenção ocorrida em Fortaleza busca o direito à memória dos desaparecidos políticos.
Matéria completa aqui.

O espaço é um conjunto indissociável de sistemas de objetos e de sistemas de ações (Milton Santos).
A metrópole é polifônica (Mássimo Canevacci).

O espaço é síntese, é manifestação da percepção.

Apoio: Amanda (RP, RS Projetos)

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