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LSD + CARACÚ

Não sei se é real ou fake, mas certamente muito legal:

the beginning of something wonderful

Existiu um neón na Rua Mauá (região central de SP) nos anos 50 da Cerveja Caracú. Aparecia as letras da palavra piscando. Certa vez um funcionário da empresa insatisfeito por sua demissão sabotou essa painel, cortou os fios de energia das letras “C”,”A”,”R”,”A”, de modo que só ficaram piscando (hahahaha) as letras “C”,”U”… veja o depoimento do empresário Valentim Sola:

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Vídeo bacana: Pixo com extintor

Texto Folha SP (04/03/2012):

As indecifráveis letras espalhadas pelos muros da cidade são uma forma de arte ou apenas depredação de patrimônio? Um novo tipo de pichação, considerada vandalismo extremo até por quem a pratica, vai esquentar ainda mais essa discussão.

Grafiteiros paulistanos -alguns deles artistas renomados- estão trocando, em segredo, suas latinhas por extintores de incêndio cheios de tinta preta ou colorida.

A informação é da reportagem de Vanessa Correa, publicada na edição deste domingo da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Interessante o trabalho fotográfico do casal argentino Torres Quinteros e María Inés que nesta mostra apresenta duas sequencias de fotos, uma da Região Noroeste da Argentina, conhecida como NOA, e outra da cidade de Salvador e interior do Estado da Bahia.

Além do trabalho artístico, a Agência NOVA RS inovou ao utilizar proposta etiquetas com QR Code.  Esse tipo de tecnologia permite que com um celular e um programa de leitura próprio, o visitante possa acessar conteúdos específicos em seu celular sobre as obras que vislumbra.

 

Etiquetas QR Code

A exposição que ficará aberta ao público até 05 de novembro conta também com um profissional arte-educador para apoiar o público e receber grupos. Mauro Ávila promove circuitos específicos e atividades de interação para quem se interessar em ter uma experiência alternativa.

Como já foi tratado em matéria anterior, Carlos Gùzman Heredia que como fotógrafo adota o pseudônimo de Torres Quinteros é o jornalista responsável do jornal eletrônico Circuito Uno (Circuitouno.com) e colaborador do portal brasileiro eagora (eagora.com.br), apoiou o projeto de mapeamento da Mídia Exterior Na América do Sul, realizado em fevereiro e março deste ano pelo colaborador do SEPEX-SP Sérgio Rizo. A contrapartida desse apoio veio agora com a montagem da exposição e suporte na estadia de Carlos e sua esposa María Inés.

 Exposição Fotográfica de 06/10 a 05/11

Entrada Franca

Biblioteca do Memorial da América Latina

María Inés Martínez e Enrique Torres Quinteros (Argentina)

http://entornosmagicos.wordpress.com

Os mantenedores do MídiaGeográfica convidam todos amigos para a Vernissage da exposição fotográfica:

Página da exposição no Facebook: http://migre.me/5P93H
Exposição no site do Memorial: http://migre.me/5P99D

Interessante intervenção urbana na UFRN

Fonte: Próprio link do Youtube (Felpdragon)

Execução do trabalho de intervenção urbana realizada no dia 02/09/2011 como atividade avaliativa da disciplina de Fundamentos da Linguagem Visual. Baseados no apólogo de Machado de Assis “A linha e a agulha” os alunos propuseram que as pessoas se manifestem em relação ao meio em que se inserem.
Discentes do Curso de Design: Felipe Augusto, Larissa Trindade, Renata Lima, Rita Amorim e Tiago de Sousa.

Um Apólogo

Machado de Assis


Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

— Mas você é orgulhosa.

— Decerto que sou.

— Mas por quê?

— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?

— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...

— Também os batedores vão adiante do imperador.

— Você é imperador?

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...

Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...

A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.

Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 

— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 

Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

O estacionar do futuro

O estacionar do futuro

Certamente você já deve ter percebido que estacionar o carro na rua não é lá uma tarefa das mais fáceis, isso quando há vagas disponíveis. E quando você finalmente acha aquela vaga que parece perfeita surge o problema da Zona Azul, como achar aquele bendito talão só para poder parar alguns minutos o carro?

Bom, lá fora o problema já parece ter uma solução das mais criativas. View full article »

É muito interessante que é através da mídia exterior que os populares conseguem distribuir sua mensagem de indignação. Aqui no Mídia Geográfica temos muitos outros exemplos desse tipo de ação em tudo quanto é canto desse país…

Outdoor Nova Andradina

No último domingo (28) comerciantes e empresários de Nova Andradina, iniciaram um protesto por causa da onda de assaltos. Eles começaram a espalhar outdoors pela cidade denunciando o problema.

Fonte G1, veja a matéria completa:
http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2011/08/onda-de-assaltos-faz-novas-vitimas-no-comercio-de-nova-andradina-ms.html

Foto extraída do G1 também, créditos Site Nova News

 

 

 

Feito para quebrar

Feito pra quebrarQuando foi a última vez que você trocou de celular?

Quando vai trocar de novo?

Você já sabe qual o próximo modelo de celular que pretende comprar?

Podem parecer perguntas sem sentido, mas as respostas que você deu a elas indicam o que nós já sabemos há um tempo View full article »

Dando vida ao museu

Fala pessoal.

Abrindo esse espaço…vou falar um pouco de tecnologia e ações criativas e inovadoras que acabam nos influenciando de uma forma muito bacana.

QR CodePra começar, o QR Code. Esse código de barras anabolizado e que vem ganhando muito espaço lá fora em ações de marketing e que por aqui já vem dando sinais de que veio para ficar…

Não é de hoje que ir ao museu deixou de ser uma das melhores coisas para se fazer nas horas vagas, e com a chegada das tecnologias e acesso fácil a informações fica ainda mais difícil convencer as pessoas a saírem de suas casas para conhecer um pouco de história.

Foi pensando nisso que a agência Leo Burnet da Polônia criou uma ação para chamar atenção dos jovens e tornar o museu mais vivo. A ação rolou no museu Sukiennice e tinha a intenção de fazer as pessoas irem muito além das obras postas na parede.

Com o uso de QR Codes, realidade aumentada e Outdoors espalhados pela cidade, as pessoas se conectavam as obras, além de serem convidadas a interagir com elas.

Uma ideia muito simples e legal.

O resultado? Deixo para vocês descobrirem no vídeo abaixo e comentarem depois…

@fabionader

Interessante entrevista do Sr. Claudio Cariboni sobre o movimento “11 tá bom” que luta contra Projeto de lei que prevê aumento de quase 100% na quantidade de vereadores da cidade. Ao fundo campanha em outdoor ilustrando os 11 vereadores atuais e o respectivo slogan:

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